
O tempo de pôr fim a este rumo de desastre é o tempo de hoje. Tempo de protesto e de recusa. Tempo de mobilização de toda a inteligência, de toda a criatividade, de toda a liberdade, de toda a cólera contra uma política que chama “austeridade” à imposição de um brutal retrocesso histórico. Defender a Cultura é uma das mais inadiáveis formas de fazer ouvir todas as vozes acima do medíocre ruído dos “mercados”. Manifestamo-nos em defesa da cultura. E agiremos em conformidade.
19/11/2012
NÃO HÁ ESPECTÁCULO!
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1 por cento para a Cultura,
contra a austeridade,
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Seixal cria Núcleo do Manifesto...
05/11/2012
O orçamento “adequado”? [Carta aberta aos membros do Executivo Municipal e da Assembleia Municipal de Coimbra e aos deputados eleitos pelo distrito de Coimbra], pelo Núcleo de Coimbra do Manifesto em Defesa da Cultura
27 iniciativas culturais em 14 espaços diferentes da cidade. Cerca
de 80 artistas envolvidos, para além
de membros do Manifesto em Defesa da Cultura. 1345 novos subscritores do
manifesto nacional. Mais de três mil
pessoas a assistir às actividades realizadas.
No passado
dia 29 de Setembro, Coimbra deu um sinal muito forte em defesa da cultura. E, em
concreto, em defesa da importância da criação artística na vida das pessoas,
mesmo quando outras necessidades básicas estão ameaçadas pelas políticas de
austeridade.
O Manifesto em
Defesa da Cultura defende e justifica o reforço do investimento público na
cultura como única forma de salvaguardar a diversidade da oferta e a todos os
cidadãos a possibilidade de a ela acederem, independentemente da sua condição
económica, localização geográfica ou outra. Denuncia a situação de catástrofe,
social, cultural e civilizacional que a política de austeridade que sucessivos
Governos PSD, CDS e PS – e agora com a Troika – vêm provocando. Exige o
cumprimento da Constituição da República, quanto ao seu Artigo 78º, no que toca
às garantias pelo Estado de um serviço público de cultura e do livre acesso à
criação e fruição culturais. Estabelece um objectivo, ao mesmo tempo,
aparentemente, irrisório e ambicioso: 1% do Orçamento Geral do Estado (OGE) para
a Cultura.
02/11/2012
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